Márcia Rolon toma posse como representante de Mato Grosso do Sul na Comissão Nacional dos Pontos de Cultura

Márcia Rolon, fundadora e diretora artística do Instituto Moinho Cultural Sul-Americano (IMC), tomou posse na segunda-feira (6) como representante de Mato Grosso do Sul na nova gestão da Comissão Nacional dos Pontos de Cultura (CNPdC), colegiado vinculado à Política Nacional de Cultura Viva (PNCV), que em 2026 completa 22 anos de existência.

A cerimônia foi transmitida ao vivo pelo canal do Fórum CNPdC no YouTube e reuniu de forma virtual os representantes titulares dos estados e dos grupos de trabalho temáticos que compõem o pleno da comissão. Cada representante fez uma breve apresentação, formato adotado pela equipe de transição responsável pela nova gestão diante do volume de delegações envolvidas. O encontro deu seguimento a um processo iniciado durante as Teias Estaduais, validado nesses encontros regionais e levado adiante, no caso dos grupos de trabalho temáticos, durante a 6ª Teia Nacional dos Pontos de Cultura.

A CNPdC reúne representantes eleitos de todos os estados brasileiros e do Distrito Federal, além de grupos de trabalho temáticos, e atua como instância de articulação entre a sociedade civil e o Ministério da Cultura na condução da PNCV, política pública de base comunitária que sustenta hoje uma rede de milhares de pontos e pontões de cultura no Brasil.

A permanência de Mato Grosso do Sul na CNPdC reforça a posição do Instituto Moinho Cultural Sul-Americano como Pontão de Cultura do estado, condição alcançada após a certificação como Ponto de Cultura em 2005, e amplia o papel de articulação da instituição com pontos de cultura de todo o estado e do Brasil.

“Representar Mato Grosso do Sul na Comissão Nacional dos Pontos de Cultura é assumir um compromisso com toda a rede de pontos e pontões que constroem essa política há 22 anos. Para o Moinho Cultural, instituição que atua há mais de duas décadas na fronteira entre Brasil e Bolívia, essa representação também é uma forma de levar a experiência do território fronteiriço para o debate nacional sobre cultura”, afirma Márcia Rolon.

O Instituto Moinho Cultural Sul-Americano atua há 21 anos em Corumbá (MS) e adjacências, oferecendo formação continuada em arte, educação e cidadania para crianças e adolescentes da fronteira entre Brasil e Bolívia. A instituição já beneficiou diretamente mais de 25 mil participantes ao longo de sua trajetória.

Sobre o Instituto Moinho Cultural Sul-Americano

Fundado em 2004, em Corumbá (MS), o Instituto Moinho Cultural Sul-Americano é uma organização da sociedade civil que atua nos territórios fronteiriços do Brasil para a transformação positiva da realidade local, dando voz e vez a crianças, adolescentes e jovens por meio do acesso a bens culturais, conhecimento tecnológico e cidadania plena. Reconhecida como Pontão de Cultura de Mato Grosso do Sul dentro do Plano Nacional de Cultura Viva, a instituição soma mais de 21 anos de atuação ininterrupta e já beneficiou diretamente mais de 25 mil crianças e adolescentes.

 

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