O Instituto

O Instituto Moinho Cultural Sul-Americano (IMC) é uma instituição não governamental, sem fins lucrativos, que tem como missão a diminuição da vulnerabilidade de crianças e adolescentes em região de fronteira através do acesso a bens culturais e conhecimento tecnológico. Atende hoje 400 crianças e adolescentes dos municípios de Corumbá, Ladário/MS, e das cidades bolivianas de Puerto Suarez e Puerto Quijarro, com aulas diárias de música, dança, tecnologia, apoio escolar, idiomas, educação ambiental e patrimonial, no contraturno da escola regular em um ciclo com oito anos de duração. Os familiares dos participantes e a Comunidade participam de cursos de geração de renda e economia criativa promovidos pela instituição. Em 2015, com onze anos de atividades ininterruptas, o Moinho inspirou duas cidades Ladário/MS e Puerto Suarez/Bolívia a criar Projetos de Políticas Públicas baseadas nas ações desenvolvidas pelo Moinho. Além disso, vários participantes foram absorvidos pelo mercado de trabalho não só nas áreas fins da instituição, como também em outros cursos superiores, influenciados pela formação cidadã aqui adquirida.

 

 

MISSÃO

Diminuição da vulnerabilidade de crianças e adolescentes em região de fronteira através do acesso a bens culturais e conhecimento tecnológico

 

VISÃO

Ser reconhecida pela excelência das metodologias de promoção de desenvolvimento de crianças e adolescentes em região de fronteira.

 

IDEAL

Proporcionar uma democracia de intérpretes-criadores. Oferecer excelência profissional aos seus participantes e ajudar na transformação social da região no ideal de elevação do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH). Ao tomar contato com a formação artística e cultural, os jovens atendidos, além de conquistar sua própria autonomia, promovem uma cadeia de efeitos de emancipação em seus círculos sociais, tendo como base a estrutura da família e seu fortalecimento.

 

 

 

Histórico

De 2000 a 2007, Corumbá recebeu a Mostra de Dança que era um evento realizado na praça Generoso Ponce gratuito e que trouxe diversas companhias de renome para se apresentar na região, que na época tinha pouco acesso a bens culturais. Márcia Rolon e Angelo Rabelo, organizadores da Mostra de Dança, passaram a receber da população, o pedido da criação de uma instituição onde seus filhos se tornassem artistas e pudessem também estar no palco. A partir desta demanda surgiu a ideia de se criar uma escola de artes gratuita, onde as crianças aprendessem dança e música. Além disso, o projeto idealizava uma promoção do intercâmbio cultural com o país vizinho, a Bolívia.


Aproveitando o Programa Monumenta do Governo Federal, que incentivava a revitalização da área portuária de Corumbá, Márcia o Cel. Ângelo Rabelo, encontraram o Moinho-Corumbaense, que era uma antiga fábrica da J.Macedo que teve suas atividades encerradas em 1970. Acreditando no beneficio que o projeto traria para a região, a empresa J. Macêdo cedeu o prédio por 20 anos e a empresa Vale investiu recursos para sua reforma e continua sendo a principal parceira do projeto. 

 

O Moinho Cultural nasceu em 2004 como um projeto do Instituto Homem Pantaneiro (IHP), uma organização privada, sem fins lucrativos, criada em 2002, pela preservação do Pantanal e pelo fortalecimento da identidade do homem pantaneiro. O projeto iniciou suas atividades atendendo inicialmente 180 crianças em risco social. 

 

Em 2011, a participação no Programa de Ganho de Escala Ashoka-Mckinsey contribuiu para que os gestores do projeto decidissem criar o Instituto Moinho Cultural, uma organização independente, porém parceira, do Instituto Homem Pantaneiro.  Sendo assim, houve a alteração na Razão Social no CNPJ para Instituto Moinho Cultual Sul-Americano com a concentração de esforços numa única área de atuação (sociocultural), além de ampliar o impacto social ao replicar o Sistema Moinho Cultural, uma metodologia própria de ensino das artes.

 

Conselho

 

Equipe 2020